Medição de pastilhas e discos
Medimos a espessura das pastilhas e dos discos e comparamos com o mínimo do fabricante, que costuma vir gravado no próprio disco.
Box Car Auto Center
Pastilha no fim, disco empenado ou pedal baixo? Inspecionamos o sistema inteiro antes de trocar qualquer peça.

O freio transforma a pressão do pedal em atrito entre pastilhas e discos, ou entre lonas e tambores na traseira de muitos carros. Tudo isso depende do fluido de freio, que leva a força do pedal até as rodas. Na Box Car, em Porto Alegre, cuidamos das três frentes: pastilhas, discos e fluido, sempre olhando o sistema como um conjunto.
Freio é item de segurança, então a regra aqui é simples. Medimos, mostramos o que está gasto e explicamos o motivo de cada troca. Se o disco ainda está dentro da espessura mínima e sem empeno, ele fica no carro. Barulho, pedal diferente ou luz no painel são motivo para vir logo, sem esperar a próxima revisão.
Quando procurar o serviço
Como fazemos
Medimos a espessura das pastilhas e dos discos e comparamos com o mínimo do fabricante, que costuma vir gravado no próprio disco.
Limpamos e lubrificamos as guias da pinça, a peça que aperta a pastilha contra o disco. Pinça travada gasta a pastilha de um lado só.
Avaliamos o fluido e, quando vencido ou contaminado, fazemos a troca com sangria, que é retirar o ar e o fluido velho de cada roda.
Pastilha e disco novos precisam de alguns quilômetros de uso moderado para assentar. Explicamos como dirigir nos primeiros dias.
Fechamos com teste na rua, conferindo altura do pedal, ruídos e se o carro freia reto.
O fluido de freio é higroscópico, ou seja, absorve umidade com o passar do tempo. A capital gaúcha passa boa parte do ano com o ar úmido, e fluido com água ferve mais fácil quando o freio esquenta, deixando o pedal baixo justo quando você mais precisa. Some a isso as ladeiras de Petrópolis, Santa Tereza e Teresópolis e o anda e para na Getúlio Vargas e na Praia de Belas. É muito trabalho para pastilhas e discos, e o fluido merece troca no prazo do manual.
Depende do que precisa ser trocado. Só pastilhas é o serviço mais simples. Com discos, o valor sobe, e freio traseiro a tambor tem outro procedimento. A troca de fluido varia conforme o tipo exigido, como DOT 4, a classificação que aparece na tampa do reservatório. Se a inspeção mostrar pinça travada ou mangueira ressecada, isso entra no orçamento, com você avisado antes.
Dúvidas frequentes
Não tem quilometragem fixa. Depende do carro, do tipo de pastilha e principalmente de como e onde você dirige. Trânsito urbano e ladeira gastam bem mais rápido que estrada. O certo é medir a espessura nas revisões. Muitos carros têm sensor de desgaste ou uma lâmina que chia quando a pastilha chega ao fim.
Siga o manual. Em muitos modelos a troca é indicada a cada um ou dois anos, independentemente da quilometragem, porque o fluido absorve umidade mesmo com o carro parado. Fluido velho perde ponto de ebulição e pode deixar o pedal borrachudo em frenagens longas, como numa descida de serra.
Não. O disco é trocado quando está abaixo da espessura mínima, empenado, trincado ou com sulcos fundos. Em alguns carros ele aguenta mais de um jogo de pastilhas; em outros, o desgaste pede a troca junto. Quando o disco sai, a troca é sempre em par no mesmo eixo, com pastilhas novas.
O chiado pode vir de pastilha no fim, com a lâmina de aviso tocando o disco, de poeira acumulada, de pastilha vitrificada por superaquecimento ou de guias da pinça sem lubrificação. Um chiado leve nas primeiras frenagens de uma manhã úmida costuma sumir logo. Se ele persiste ou vira raspado metálico, traga o carro para avaliar.
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Escreva no WhatsApp o modelo, o ano e o sintoma, e agendamos a inspeção dos freios.